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MSN, Brazil, April 14, 2009

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Para 51% dos empresários latino-americanos o comércio irá crescer constantemente

Estudo revela que 53% dos líderes das PME's concordam que o comércio global impacta de forma positiva nos seus negócios 

SÃO PAULO - Pesquisa revela que 53% dos executivos latino-americanos líderes das pequenas e médias empresas concordam que o comércio global impacta de maneira positiva nos seus negócios. Segundo o levantamento, 51% preveem que haverá um crescimento contínuo no comércio, especialmente entre América Latina sobre outras regiões.

Os dados fazem parte do estudo BMLA (Business Monitor Latin America) feito com mais de 900 executivos em níveis gerenciais ou sócios dos negócios, entre os dias 18 de novembro e 23 de dezembro de 2008, em oito países da América Latina sobre as tendências das PME's (Pequenas e Médias Empresas).

O setor
Em 2008, a América Latina alcançou um novo recorde no comércio com um valor estimado de US$ 2 trilhões, ou seja, um aumento de 20,3% em relação ao ano anterior, segundo a análise do Latin Business Chronicle feita a partir de um dado da CEPAL (Comissão Econômica das Nações Unidas para América Latina e Caribe).

Além disto, a mesma avaliação constatou um forte crescimento das exportações cujas reservas internacionais registraram US$ 508,5 bilhões em 2008.

Outro fato relevante é que a América Latina permanece com 65% das pequenas e médias empresas engajadas no comércio internacional. As norteamericanas, por sua vez, tem 22% de PME's com participação no comércio internacional e as canadenses 19%.

Este resultado, segundo a pesquisa, demonstra como as pequenas e médias empresas latino-americanas entendem a importância em ter uma participação de escala global no mercado para se tornarem competitivas na atual economia.

Empecilhos
Apesar da maioria dos empresários entrevistados afirmarem que o comércio global é um benefício para os seus negócios e, por isso, uma extensa parte dessas companhias estão participando, há ainda diversas barreiras que dificultam a inserção neste mercado global.

Na opinião dos executivos entrevistados, o custo envolvido com o mercado global é o principal empecilho para entrar neste nicho. Já o processo alfandegário foi apontado como o segundo maior obstáculo.

 

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